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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Pausa natalícia

Com o trabalho a dar pouco tempo para respirar, o cansaço acumulado a não dar muita paciência para vir aqui mandar bitaites e as férias de Natal a aproximarem-se está então declarada a pausa blogosférica natalícia.

Boas Festas!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

domingo, 13 de janeiro de 2013

De regresso

Felizmente o mundo não acabou e como tal lá tive que fazer as malas de regresso.

Férias curtas, como sempre, com um misto de sensações, desde a alegria da companhia dos mais queridos, passando pela satisfação de pisar a minha terra até ao desalento de ver um país no fundo.

Ainda me recomponho do que vi, pelo que um dia destes escrevo sobre isso.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

É já amanhã!

Finalmente de férias.

Se tudo correr bem, e se o mundo não acabar, amanhã lá aterrarei em casa para o merecido descanso.
A casa fica entretanto fechada até as baterias ficarem recarregadas.

Boas Festas a todos!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Stand-by

A partir de amanhã esta casa fecha para descanso do pessoal durante duas semanas, para umas merecidas férias.

A gente vê-se por aí.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Regresso das férias e um aniversário agridoce

As férias já lá vão e Luanda é novamente a minha "casa".
Impressões das mesmas? Não muito boas, para dizer a verdade. Um país deprimido, parado, atónito e sem a mais ténue luz ao fundo do túnel. Políticos sem rumo (ainda a discutir a importância do 25 de Abril?! Tenham juízo!) e um povo a tentar sobreviver.

E assim de repente reparei que em Abril cumpri 5 anos em Angola.
Cinco anos a ver o meu país ao longe e em queda livre, ao mesmo tempo que por aqui as coisas estão em clara ascensão. No mínimo agridoce. Mas, por enquanto, é o que há.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Crónica de umas férias agridoces

Mais um ano que passou, mais um de enormes desafios pela frente e o fim de mais umas férias na terra natal, que o trabalho não pára e Angola muito menos.
Foram umas férias fabulosas, mais que merecidas, onde todos os minutos foram aproveitados na companhia dos mais queridos. Deleitei-me com o melhor do meu Alentejo, essa imensa planície que não se esquece por muito longe que estejamos, essa maravilhosa terra à qual não há melhor que regressar... E digam o que disserem tem a melhor gastronomia do mundo! Comi e bebi com inaudito prazer como há muito não fazia, tal as saudades que a barriga já tinha destes prazeres que só a minha terra proporciona. Como é da praxe lá marquei presença n' A Bolota e no Ti Catrina, o melhor do Alentejo e o melhor peixe de Elvas, respectivamente, mas a surpresa foi a Cadeia Quinhentista, em Estremoz, onde tradição, inovação, bom gosto e classe andam de mãos dadas. Altamente recomendável.
No fim de semana de passagem de ano rumei a Lisboa para matar saudades, onde há muito não passava uns dias, pois como qualquer Alentejano que se preze, volta e meia, há que ir à capital para não estupidificar. Dizem que ali é o país e o resto é paisagem... Bem instalado nas Janelas Verdes fui conhecer o premiado Le Chat, o qual só pelas vistas vale a visita enquanto a originalidade do espaço faz o resto. No dia 31 de manhã, em jeito de preparação para a respectiva noite de copofonia, a alma pedia Cultura, pelo que lá rumei ao Museu Nacional de Arte Antiga para bater com o nariz na porta, a qual mostrava que o Sr. Director do IMC tinha decidido tolerância de ponto para os dias 24 e 31 de Dezembro. Mas, afinal, o Governo não tinha decidido o contrário? Era ver a quantidade de turistas, nacionais e estrangeiros, incrédulos à porta do Museu, para concluir o disparate da decisão. Adiante, para diluir a frustração, nada como um café n' A Brasileira e uma visita à velhinha Bertrand para compensar. Valeu por um Drucker que há muito procurava. Já com as leituras debaixo do braço foi hora de um passeio pela Baixa, pois o sol a isso convidava, até que se fez tarde e o estômago pediu recompensa, pelo que foi hora de rumar ao Bica do Sapato, espaço que há muito desejava conhecer. Não desiludiu e cumpriu de sobremaneira, é excelente, mas não surpreendeu, e quem conhecer alguns dos melhores do Alentejo compreenderá porquê. Como o dia 1 de Janeiro não é dado a grandes iniciativas (a ressaca não ajuda) lá fui conhecer o Oceanário de Lisboa (eu sei, parece mentira mas não conhecia), sendo a escolha perfeita para o dia em causa. Fiquei intrigado com uma coisa: porque diabo andavam os lisboetas a passear num Centro Comercial, neste caso o Vasco da Gama, num dia onde só os restaurantes e os cinemas funcionavam?! Enfim, portuguesisses...
No outro lado da moeda ficou o sabor amargo de ver a nossa capital algo degradada, pareceu-me uma cidade suja, mal tratada, abandonada à sua sorte e muito longe do esplendor de dias passados. Sinal dos tempos que correm? A crise, certamente, não explica tudo. A mesma crise que via em Luanda pela televisão, mas pude comprovar em primeira mão ser bem real e mais dura do que me parecia à distância. Vi um país à toa, com as pessoas à deriva, ao sabor do vento e das ondas, desesperadas por uma bóia que tarda em surgir e com apenas uma certeza nos lábios: o que aí vem vai ser terrível. Fomos todos avisados e enganados, e estávamos a gostar até que nos apresentaram a conta. Mas vi igualmente um país a aprender a viver de outra forma, a reformular mentalidades e formas de estar. No fundo a renascer. Só por isso a liderança do país devia também ela reformular-se a si mesma, pois um povo não deve mudar de vida para que os seus líderes continuem como sempre. Esse é o caminho para a servidão, que estamos todos ainda a tempo de evitar.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A caminho da Lusitânia (que é como quem diz de férias!)


(Imagem via net)

Amanhã é dia de fazer as malas e rumar a casa para mais umas, mais do que merecidas, férias nas plácidas planícies do Alentejo.
Foi um ano deveras difícil, pois Angola não é imune a crises, com muito trabalho, imensos desafios, mas extremamente gratificante pelas conquistas e vitórias alcançadas. Estou com o cérebro em piloto automático tal o cansaço que carrego, mas extremamente satisfeito pelo trabalho reconhecido, já que todos os objectivos foram ultrapassados. Aqui o mérito ainda é recompensado. O ano que vem promete e se Deus quiser aqui estarei para o comprovar. Mas até lá, como diria o outro, estou-me marimbando para a economia, para a política, para a crise e afins. Nestes quinze dias quero é saber do bacalhau com todos, do vinho tinto, das filhoses e do bolo rei, saboreados partilhando uma lareira na companhia daqueles que nos são mais queridos. Portanto até Janeiro esta casa está fechada.
Ao contrário do nosso Presidente, como sou exigente, não quero um 2012 tão bom quanto possível, portanto a todos os portugueses, onde quer que se encontrem, desejo um Santo Natal e excelente Ano Novo!

domingo, 20 de novembro de 2011

Natal não rima com tropical

Ontem acordei numa Luanda que insiste em não dizer adeus ao cacimbo, onde os dias se mantêm cinzentos e o calor persiste, mas aquele sufocante, que nos deixa a roupa colada ao corpo, tarda em dar o ar da sua graça.
Num país onde tanto há ainda por fazer não damos sequer pelos dias passarem, a azáfama é uma constante, parar parece proibido, há que compensar por estas bandas os fracos resultados obtidos noutros paragens. O cansaço nesta fase já é tanto que o dia-a-dia é passado em piloto automático, tendo o cérebro paragens momentâneas para lembrar apenas que não estamos em casa e recordar aquilo que não se esquece.
Como todos os sábados de manhã lá fui abastecer a dispensa a um conhecido supermercado da cidade. As ruas estavam estranhamente calmas, mais parecia que muita gente tinha abandonado Luanda, tal a tranquilidade do trânsito. Ao chegar ao local das compras o ambiente era algo diferente de outros dias. O parque de estacionamento estava praticamente vazio. Num local onde muitos estrangeiros fazem compras ontem estavam quase ausentes. No entanto havia uma azáfama estranha, com os funcionários a correr de um lado para o outro carregando caixas e caixotes. Eram as decorações de Natal.
Fiquei deprimido. Com o stress que carregamos aqui nem nos apercebemos da época do ano que se aproxima. E com este calor muito menos. Definitivamente Natal não rima com tropical. Menos mal que já faltou mais para as férias.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Tudo o que é bom acaba depressa

Como tal as férias já lá vão.
Foram três semanas a fazer nenhum ou quase, não fosse o viajar, comer, beber e dormir. Nada de livros, jornais, revistas ou televisão, pelo que o estado do mundo passou-me completamente ao lado e não fossem as conversas com outras pessoas nem me daria conta que Londres está a ferro a fogo, os EUA com novo rating ou o novo Governo PSD/CDS a terminar o seu estado de graça. Mas como de más notícias estava eu farto, pois para stress já tenho as contingências do país onde trabalho, deleitei-me antes pelas ruas de Paris, Trujillo e Mérida, sem esquecer, como é óbvio, os pecados da gula no meu amado Alentejo (os quais em breve terão uma série posts há muito devida).
Daqui a uns meses há mais, pelo que até lá Angola é a minha casa e o Alentejo terá que esperar.